sexta-feira, 8 de abril de 2011

CAPITULO 2



Desde então combinavam de se encontrarem na internet as tardes. Quando Mary e Rachel voltavam do trabalho.
Um dia elas ficaram até tarde conversando sobre musica.
Rachel tinha algumas composições e passava para Mary e Dani.
Aquela conversa durou até 3:00 da manhã.

De vez em quando as três ligavam a Webcam e ficavam tocando e cantando juntas.
Até q um dia Mary disse.
-Ai meninas, q vontade de largar tudo e ir até aí abraçar vcs. Nossa, nunca tive uma amizade assim tão duradoura e legal como q estou tendo de vcs.
Rachel se derrete.
-Eu tbm amiga. Ai meninas, amo vcs.
Nany diz.
-Ai parem, senão vou chorar. Tbm queria estar aí com vcs.
Naquele dia elas compõem musicas juntas. Q falava de amizade, sonhos e realizações.

Certo dia Nany estava de saco cheio de ficar em casa. Na verdade, estava de saco cheio de tudo. De só fazer o q os pais dela queria, q era estudar algo q ela não gostava.
Nany passou a cabular as aulas e ir até um teatro no centro de São Paulo. Ela descobriu uma oficina de musica gratuita lá, se inscreveu e estava freqüentando as aulas lá. Pena q as aulas de musica tomavam uma boa parte das aulas de fisioterapia. Justamente as 2 ultimas horas da aula.

Mas Nany estava determinada a prosseguir com as aulas de musica. Seus pais jamais desconfiavam. Seus pai já era mais maleável, já sua mãe, bem rígida.
Controla até os horários de estudo em casa. Depois do almoço, como Nany estava desempregada, tinha q estudar pelo menos 3 horas sobre o curso q estava fazendo.
Mas para tapear sua mãe. Ela em seu quarto trancava a porta e pegava seu violão e treinava novos acordes q aprendeu na oficina de musica.
Tocava baixo pra mãe não descofiar.
Quando sua mãe batia na porta querendo entrar, Nany escondia o violão embaixo da cama e abria os livros de fisioterapia.
Mas quando sua mãe saia, ela pegava o seu violão e continuava deondeparou.
Na faculdade estava indo de mal a pior nas matérias. Até as colegas de classe diziam a ela para ela conversar com sua mãe sobre seu sonho, o de ser cantora. Mas Nany não tinha esta coragem toda. Já ouviu tantas da mãe q não quer mais se arriscar.

Já com Rachel era diferente. Como morava com a tia, ela tinha todo o apoio da tia.
Sua tia até a encorajava a seguir em frente e nunca largar o violão por nada.
Rachel sempre lhe dizia q queria ir para São Paulo tentar realizar seu sonho lá, pq ali não tinha mais esperança. Já nisso a tia tinha medo.
-Mas Rachel, aqui vc terá a mesma oportunidade q lá.
Rachel diz.
-Tia, vc esta por fora. São Paulo é a terra da musica. Lá q esta meu sonho. É lá q vou decolar de uma vez. Aqui o povo é meio parado, não gostam de investir em novos talentos. Um dia vou pra São Paulo. Vou juntar dinheiro e vou ir pra lá.
Sua tia sorri com o jeito esperançoso q Rachel falava. Logo a abraçava.

Mary já estava de saco cheio do restaurante onde trabalhava. Ainda mais se no dia q um cliente a tirou do serio.
Um dia na internet com Rachel e Nany  ela diz.
-Ai, não agüento mais aquele lugar. Tenho vontade de fazer as malas e ir pra São Paulo, Nany. Dá vontade de ir de uma vez, sabe.
Nany diz.
-Como eu queria fazer a mesma coisa. Quero dizer, sair da minha casa, claro. Tbm não to agüentando mais minha mãe, meninas. Meu pai já esta ficando mais do meu lado sabe, ele gosta das musicas q eu faço. Mas minha mãe, nossa. Quando pego no violão ela já começa a falar um monte, q tenho q estudar, q tenho q me dedicar a faculdade. Aff, um saco. Detesto o curso q estou fazendo. Como eu já disse, estou fazendo aulas de musica aqui no centro, mas escondido da minha mãe. Se ela souber, meu Deus.

Todas riem.
Rachel diz.
-Ai meninas, como fico bem conversando com vcs sobre sonhos musica. Eu tbm Mary, estou com a maior vontade de ir pra São Paulo de um a só vez. Não agüento mais ficar aqui vendo navios.

Todas as vezes q elas conversavam na internet, era esta conversa q tinham.
Até q um dia no trabalho de Mary, um cliente a xingou.
Mary viu q o gerente não fez nada e estava tentando apenas acalmar o cliente, Mary  jogou o menu em uma mesa e tirou seu crachá do uniforme.
-Cansei. Tô fora. Chega. Eu me demito.
E ela sai de lá. Atravessa uma rua e entra em um shopping. Ela não sabia exatamente o q estava acontecendo e nem sabia para onde ir.
Ela se senta em um banco e começa a chorar levanto as mãos ao rosto.

E no mesmo dia, Rachel tbm pediu as contas.
Rachel estava atendendo uma cliente, quando a própria cliente roubou algumas peças de roupas e saiu correndo loja a fora. Os seguranças não conseguiram pega-la.
Rachel ficou sem reação. Seu gerente falou poucas e boas a ela.
Rachel chegou a chorar ouvindo as ofensas do gerente. Ela então pegou sua bolsa e saiu dá loja com raiva e chorando.
Foi até uma praça e lá chorou mais ainda.


Um comentário:

  1. olha amiga sou eu raquel! amei a sua fic, e espero que as meninas se encontram okay?
    bjs

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